Monday Mood

“Nunca se é velho demais para estabelecer outro objectivo ou sonhar um sonho novo” Com isto em mente, que 2017 seja um ano recheado de felicidade, saúde e realização profissional! Nunca é tarde para perseguirmos o que sempre quisemos 🙂

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7 Dicas para decorar a mesa de natal

Decorar a casa para o Natal é uma das tarefas mais divertidas desta época, e, por isso, sugiro que comecemos pela mesa. São servidos de sete novas ideias?

 

1.Comece por selecionar o tom da festa

O vermelho é a cor típica do Natal e combina facilmente com o branco, verde ou dourado. O próprio verde conjugado com o tom marfim e o dourado também parte da tradição. Já para aqueles que gostam de fugir ao tradicional… por que não os tons prata combinados com branco? Ou beijes coordenados com preto? Aposte sem medo de arriscar!

 

2. Vamos às louças.

Há quem opte pelo tradicional serviço de mesa de Natal, (apenas usado nesta altura do ano), mas se for uma pessoa prática e quiser rentabilizar as louças do quotidiano por que não fazer uma mistura criativa? Associar conjuntos distintos, desde que combinem com a toalha, podem resultar numa mesa original!

 

3. Impossível falar no serviço e esquecer os talheres.

As marcas esmeram-se por criar soluções com designs sugestivos, não são assim tantas as alternativas existentes. A sugestão passa por agrupá-los de forma mais sedutora: Uma fita de cetim em torno dos talheres (e, quem sabe, guardanapos) ou, simplesmente, atá-los com uns fios de ráfia se o mood for mais country e rústico, são elementos que contribuem para uma mesa diferente.

5. As luzes

Fazem parte da magia do Natal, e para a mesa o mais indicado são as velas, em t-lights, ou pequenos objetos natalícios, próprios para serem iluminados. Se optar por candelabros use velas neutras, de um só tom, ou noutra cor que coordene com o resto da mesa. O importante é que a deixe a brilhar.

6. Marcadores de lugar: a cereja no topo do bolo

Dos mais sofisticados, em prata ou casquinha, aos mais criativos, e homemade, o que interessa é que não se esqueça de ninguém. Pode recorrer a cartões com grafismos de Natal, a postais antigos, caixinhas de bombons ou paus de canela com um pequeno cartão com o nome do convidado.

7. O centro de mesa.

Pode ser natural, ou artificial. Se optar por flores, escolha os tons da época, cravos ou rosas vermelhas, ladeadas por ramos secos. Cestos de verga, estrelas, pinhas, nozes, castanhas, folhas de azevinho são outros elementos a que pode recorrer. Um centro aromático com pinhas e paus de canela dão uma rusticidade agradavelmente acolhedora e o simples tabuleiro com taças de vidro e velas por dentro, ou as bolas típicas da árvore, são outra aposta ganha.

8. O toque final

A mesa está pronta? Então sente-se e olhe em redor. Confira os locais que necessitam de um toque final. Postais de natal, fitas de cetim com enfeites pendurados, uma grinalda naquela porta, uma vela no aparador, uma estrela na janela da sala… Só falta servir o jantar!

Post originalmente publicado em: www.decoralista.pt

Elisabete Jacinto participou no encerramento do 3º Professional Women’s Group da Dress for Success

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Elisabete Jacinto esteve presente no jantar de encerramento do 3º Professional Women’s Group (PWG), que teve lugar no passado dia 25 de Novembro, no restaurante Vinyl em Lisboa.

A piloto portuguesa foi convidada para ser oradora neste evento face ao percurso que tem desenvolvido no âmbito do todo-o-terreno. Elisabete Jacinto foi a primeira mulher portuguesa a enfrentar as duras pistas do rali Dakar ao volante de um camião e venceu a taça das senhoras na prova rainha do todo-o-terreno aos comandos de uma mota. Estes resultados positivos serviram de inspiração às 24 mulheres que integraram esta edição do PWG – um programa de formação da DRESS FOR SUCCESS, cujo intuito é promover a retenção do posto de trabalho e o desenvolvimento de carreira – e o exemplo da piloto ajudou a encerrar com sucesso mais uma etapa da vida e formação pessoal destas mulheres.

As participantes deste programa encontram-se em diferentes fases da vida e têm histórias muito díspares entre si, mas partilham com a piloto, um objectivo comum: a superação constante.

O exemplo de Elisabete Jacinto vem provar que esta é uma meta “sempre ao nosso alcance, desde que se queira, mas sobretudo, desde que se creia em nós próprios” referiu a piloto no final do evento.

A importância dos Mentores para evoluir na carreira

Há quem não saiba, mas o termo mentor, tão em voga nos nossos dias, vem na verdade da Odisseia _ um dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga.  No poema épico, ele era um sábio e fiel amigo de Ulisses, rei de Ítaca.

«Odisseia de Homero». 
Quando o personagem Ulisses vai em viagem, pede a um sábio grego chamado Mentor que se ocupe da educação do seu filho.

Os mentores são uma importante fonte de aconselhamento de carreira, e poderão ajudá-la a aprender e crescer, partilhando consigo o seu conhecimento e sabedoria.

QUEM SÃO OS MENTORES

O mentor pode ser qualquer pessoa – um professor, amigo, alguém que considere uma referência na área de atuação escolhida, o importante é ter alguém para se inspirar.

São pessoas positivas por definição, pois é preciso uma pessoa positiva a dar de si mesma para ajudar o outro a aprender, crescer e ter sucesso.

ONDE OS PODE ENCONTRAR

Literalmente, em todo o lado! Eles estão…nos seus consultórios/ escritórios ou até mesmo, na Internet. Sim, na Internet! Aí pode encontrar os seus mentores sem ter o custo financeiro de contratar um especialista. Basta que essa pessoa tenha um blog, um site, uma página pessoal, que lhe permita beber do seu conhecimento e acompanhar as suas vitórias e crescimento.

Mas existem outras e diversas formas de o fazer:

– Livros;

– Sites da sua área;

– Palestras;

– Vídeos;

– Pessoas que inspiram

Os canais estão dispostos a nosso favor. Basta apenas querer aprender!

Procure o caminho de uma pessoa a quem faça questão de «observar os passos».

São os passos que fazem os caminhos”.

Mario Quintana

 

Elisabete Ferreira, Expert em Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Os Dogmas dos casamentos…

Este verão casei, e adorei! O truque?! Escolhi um bom marido.
Não gastei mundos e fundos, não fiz empréstimos e nem os meus pais, nem os do meu marido entraram em despesas. Fizemos uma cerimónia bonita, simples e muito, muito feliz onde o único objectivo foi celebrar o nosso amor um pelo outro e partilhar esse amor com os nossos amigos e familiares.
Nos meses que antecederam a cerimónia, percebi que existem, hoje em dia, muitos polícias dos casamentos que nos dizem que temos de ter ementas, convites, tema da festa, uma quinta, mil pratos, mesas cheias de camarões e mais uma série de coisas que decidi não querer. Fiz tudo ao contrário!
No dia do casamento acordei ao lado do meu noivo, tomámos o pequeno-almoço juntos e depois é que cada um se foi preparar para irmos dar o nó! Não comprei um vestido caro, levei o da minha mãe com alguns arranjos e, acreditem, foi das melhores decisões que tomei…. Ficou tão bonito e todos gostaram tanto!
Escolhemos casar pelo civil no jardim do Museu da Cidade de Lisboa, cheio de sombras e pavões num bonito e quente dia de Julho. Foram impecáveis, tratámos directamente com a Câmara Municipal de Lisboa, que disponibiliza sítios para a realização das cerimónias civis. Depois jantámos num restaurante/espaço (se quiserem passar a publicidade – Fábrica do Braço de Prata) onde adoramos ir com os nossos amigos e que reservou uma sala privada para a nossa festa; tínhamos um buffet com 3 pratos por onde escolher (todos muito bons).
Resolvemos informar os nossos amigos que o jantar teria um custo associado, e explicámos que com isto abdicávamos das prendas, dos vestidos novos e das maquilhagens profissionais. O importante era que partilhassem esse dia connosco.
Curiosamente, muitos dos nossos amigos e conhecidos acharam super estranhas as nossas escolhas e adoraram este nosso «novo» conceito de casar. Mas o que eu vi realmente foi que muitos deles não casaram por terem ideia de que para casar era preciso muito dinheiro e tinha de ser da forma vendida pelas telenovelas em quintas e com limusinas. Fico profundamente triste quando vejo amigos meus a serem influenciados por esta sociedade consumista que os inibe de celebrarem o amor!

 

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Mas resumindo: não existe uma forma certa de casar, existem alternativas igualmente validas ao casamento tradicional que não deixam ninguém em trabalhos e isso não significa que exista menos do mais importante: AMOR e ALEGRIA! Porque estas duas coisas…não há dinheiro nenhum que compre.

Petra Pintadoinvestigadora no CEDOC, Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Faculdade de Ciências Médicas