Calças querem-se À Larga

Boas notícias para todas as mulheres que preferem roupa larga: este verão, as skinny jeans ficam em segundo plano!

Abundam nas montras calças largas, de vários tipos e cores. E porquê um texto só de calças? Porque a quantidade de subcategorias que para aí existe é tanta que confunde qualquer uma. Alguns tipos de calças que são iguais vêm com nomes diferentes dependendo da loja ou país.

Já que me perguntam, acho tudo isto uma confusão desnecessária. No entanto, deixo aqui a nomenclatura que eu adoptei hoje. Posto isto, passemos aos exemplos:

Chino: têm o formato skinny mas não «colam» ao corpo. Perfeito para conjugar com blazers e deixar os tornozelos arejar. Se fossem de ganga, entraríamos nos estilos Boyfriend ou Mom Fit.

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zara.pt

Ás vezes não é preciso ser genial, mas simplesmente explicativo: Calças Largas/ Wide Leg Pants. Escondem qualquer imperfeição ou pele por bronzear. A escolha acertada para eventos especiais: alguém tem casamentos em breve?

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zara.pt

Por serem de ganga, estas calças são chamadas Crop Denim. Não fossem elas deste material, seriam simplesmente umas Culottes. Sendo de cintura subida, evidenciam as curvas – desengane-se quem ache que só as skinny conseguem essa proeza.

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cortefiel.com

Tenho muitas dúvidas ainda sobre este regresso: Boca de Sino ou Bootcut. Acho que: quanto mais alto o salto, mas elegante o look! Experimentem e vejam por vocês.

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salsajeans.com

Não são calças, mas estão lá perto! Os Macacões. Nada mais simples que isto: pôr uma peça e estamos cobertas da cabeça aos pés. À  vontade e à  vontadinha.

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instagram Lanidor

Por hoje e por calças, é tudo! Vão dar uma volta (diz que o Sol já anda por aí), espreitem as montras e fiquem a conhecer estes e outros estilos, com padrões tropicais ou cores pastel. E divirtam-se, sempre.

Foto cabeçalho: H&M

Francisca Pedra Soares

Consultora de Marketing & Comunicação

Texto redigido segundo o novo acordo ortográfico

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DO PLÁSTICO À PALHA

E cá estou eu, novamente, para falar de tendências.

A tendência de hoje não é nova mas, mais uma vez, chegou em força às passerelles, nas semanas da moda que apresentou as maiores tendências da primavera-verão 2018, e nas ruas das maiores capitais da moda ninguém conseguiu ficar indiferente. Falo de trench coats/gabardines, sapatos e malas em material de plástico/vinil transparente e das malas de palha.

E depois disto vocês pensam «Ah!… plástico? Que horror», sim pode ser um «horror» para algumas pessoas e, verdade seja dita, não é uma tendência para todos os gostos, mas para quem gosta de ousar e arriscar nos seus looks, e pode fazê-lo, creio ser uma aposta bastante divertida. Sim, porque a moda também pode ser uma forma de brincar e nos divertirmos com as inúmeras experiências que podemos fazer com as nossas peças de vestuário, calçado e acessórios.

E desenganem-se se acham que não podem usar peças feitas de plástico/vinil transparente de forma elegante, mas sem dúvida que, como já referi, é uma tendência bastante ousada e arriscada, como tal é preciso saber usar e em que ocasiões usar.

Quanto às malas de palha, são uma tendência mais «fácil de aceitar», até porque não são assim tão novidade, porque já as usamos há algum tempo seja como cestos de piquenique seja como mala de praia e também já foram tendência noutros tempos.

Vou deixar-vos com algumas imagens inspiradoras e a indicação de onde poderão encontrar algumas peças semelhantes para que, quem sabe, possam ousar, arriscar e até brincar com os vossos looks.

TRENCH COATS/RAIN COATS

SAPATOS DE PLÁSTICO/Vinil

MALAS DE PALHA

Podem encontar peças semelhantes e a um preço «razoável» nas seguintes marcas:

ASOS, ZARA, MANGO

Por cá, vamos ver se a tendência pega.

Ana de Pina, Consultora de Imagem

10 PERGUNTAS CERTEIRAS A JOANA PONTE

1- Que peça de vestuário nunca deveria ter sido inventada?

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É um acessório… Clutch…! Não encontro forma de lidar com um objeto que é difícil de transportar e que coloca em estado permanente o desafio de conseguir guardar o essencial do essencial.

2- E que peça de roupa, calçado ou acessório lhe dá um boost automático de confiança assim que o veste/usa?

Roupa desportiva/corrida quando vou treinar, porque me contagia energia positiva e me faz sentir com poderes de super-mulher!

3- Uma mulher portuguesa que admire pelo estilo?

A minha amiga Joana Drummond Borges, uma pessoa que eu muito admiro e com a qual me identifico. Seja em que contexto for, profissional ou pessoal, está sempre muito bem!

4- E uma que seja para si um exemplo de vida?

LEONOR-FREITAS-10A Leonor Freitas, da Casa Ermelinda de Freitas. Uma mulher com um percurso de vida incrível, que transformou a marca Ermelinda de Freitas numa das maiores marcas de vinhos em Portugal. Tive oportunidade de a conhecer e ouvir o testemunho do seu percurso na primeira pessoa, e foi para mim até hoje um dos momentos mais inspiradores de partilhas de experiências.

5- Se fosse uma Marca, qual é que acha que seria e porquê?

Screen-Shot-2015-07-01-at-12.03.59Seria a Nike. Just Do it. A assinatura da marca associada aos seus valores de inspiração e inovação representam uma excelente postura para encarar ao longo da vida, os desafios e as oportunidades desportivos, e não só.

6- Qual o melhor conselho de vida que já lhe deram?

Recentemente, marcou-me no Livro de António Damásio – A Estranha Ordem das Coisas, a ideia de que enfrentar a sorte e definir o nosso destino associando a força de vontade aos dons e aos defeitos com que nascemos, é a fórmula para nos desenvolvermos como seres. Tomar consciência das nossas limitações, para poder melhorá-las, potenciar as nossas valências, aceitar que nem tudo depende de nós e perseguir os nossos objetivos!

7- E um que gostaria de ter recebido?

Networking. Networking. Networking.

8- Num mundo onde a imagem é tão importante, o sorriso ainda continua a ser o melhor cartão de visita?

03-allwomanSem dúvida! O sorriso, sincero, é gerador de empatia e esta é fundamental para a comunicação eficaz em qualquer relacionamento pessoal e profissional.

9- Qual o maior erro que vê as mulheres cometerem nas redes sociais?

Vejo como maior problema, mulheres e homens, a fazer nas redes sociais muitos posts em cima do calor do momento, espontâneos e irreflectidos. Com alguma ponderação essas partilhas não aconteceriam, porque de alguma forma não fazem sentido se imaginarmos que tudo o que publicamos tem o mesmo alcance daquilo que podemos ver na televisão, ou seja, pode chegar a todo o planeta…!

10 – E para terminar: o que é mais importante: ter muitos followers, ou saber quem seguir?

A quantidade de followers versus a qualidade da escolha de quem seguir, depende dos nossos objetivos e do nosso posicionamento nas redes sociais integrando também a nossa vida offline. É importante que a presença do nosso Persona Digital seja autêntica, coerente e consistente em todas as redes sociais onde estamos presentes. Geramos followers quando o mix da nossa presença offline e online digital é genuína e interessante. Gosto de seguir pessoas e marcas com as quais me sinto de algum modo ligada, para aprender e estar atualizada e porque encontro muitas fontes de inspiração!

 

Ah! As Mochilas!…

Diria que a maior parte das pessoas recorre à mochila, diariamente.

Gente de todas as idades, de todas as condições sociais, de todos os gostos.

Há a mochila mais chique, ou fashion, como agora se diz, a mochila mais prática, a mochila gigantesca e a mais pequena, de tudo se vê.

É boa ideia (eu também uso!), faz bem à saúde, ajuda a endireitar as costas, corrige posturas.

As mochilas transportam quase sempre o mundo: o computador, o ipad, carregadores de equipamentos vários, livros, o equipamento desportivo e, olhando para algumas mochilas, suspeito que também a despensa lá de casa e uma boa parte do frigorífico…

É um hábito saudável, já o disse, nada contra. Porém…

A maioria dos utilizadores de mochila entra nos transportes à cunha (comboio, metro, autocarro…) sem nunca retirar a dita das costas, causando alguns problemas…

Quem vai sentado, não raramente leva com mochilas na cara, ou na cabeça, dependendo do volume da dita e da altura do proprietário, que nem se apercebe do que aconteceu; obviamente a mochila não tem sensibilidade!

Quem está em pé fica ainda um pouco mais apertado pelo espaço que ocupa a mochila, e o seu dono, e totalmente impedido de passar seja para onde for. E quando estão de pé, viradas em sentido oposto, duas pessoas com a mochila às costas? Nestes casos, creio que nem mesmo uma séria emergência permitiria romper o bloqueio das mochilas encravadas…

E que dizer dos felizes proprietários de uma mochila que se sentam mas põe no corredor aquele imenso volume?

Incomoda em cima de nós e à nossa frente não é?

Pois, mas faz voar alguns passageiros mais distraídos…

É fantástico usar mochila – repito – mas como em qualquer circunstância não podem perder-se as regras de civilidade e educação e a noção de que a minha liberdade e bem-estar terminam onde começa a dos outros.

Em espaços confinados, e com muita gente, por mais incómodo que seja, é prudente e NECESSÁRIO retirar a mochila das costas e levá-la nas mãos, bem junto ao chão.

É crucial ter atenção aos que estão à nossa volta, ter o cuidado de não ‘atingir’ ninguém à passagem.

Faça bem à sua saúde, use a sua mochila mas por favor olhe para lá do seu conforto, pense nos seus parceiros de jornada!!

Maria Teresa Mouzinho,  Editora

Foto: Pinterest

Ultra-Violeta, a cor de 2018

A cor ultra-violeta é um tom de roxo dramático que comunica criatividade e pensamento visionário.

«Vivemos em tempos que precisam de criatividade e imaginação. É esta energia inspiradora que nos traz a cor pantone ultra-violeta. Derivada do azul escuro, eleva as nossas expectativas a níveis mais altos. (…) ilumina o caminho do que ainda está por vir», disse Leatrice Eiseman, directora executiva da Pantone.

A Pantone é uma empresa americana que indica as tendências de cores mais relevantes do mercado. Elege anualmente uma cor que pretende definir as características da actualidade. Por exemplo, em 2016 o rosa quartzo e azul serenity foram eleitas para amenizar o clima de tensão que se sentia. Em 2017 o Greenery representava um novo começo, uma forma de oxigenar e revitalizar novos tempos.

O ultra-violeta foi eleita a cor Pantone 2018.

«A Cor do Ano Pantone é mais do que uma tendência (…) é realmente o resultado de uma reflexão daquilo que está em falta no mundo atual», diz Laurie Pressman, Vice Presidente do Pantone Color Institute.

Como usar o ultra-violeta nos nossos looks?

De uma forma generalista, o roxo é uma cor que transmite espiritualidade e mistério. No entanto, também transmite poder e alguma sensualidade. A pensar na mensagem que o ultra-violeta pode transmitir é necessário algum cuidado e ponderação na sua conjugação.

Combinações mais suaves

Para looks mais discretos, principalmente relacionados com a nossa vida profissional, podemos optar por conjugar com tons mais claros de roxo e rosa, ou adicionar cores neutras claras ou até combinar com padrões leves.

01.pngCombinações mais arrojadas

Podemos usar combinações mais arrojadas na nossa vida pessoal ou até em empregos mais criativos, desde que com muito bom senso. Para tal, que tal arriscar na mistura de duas ou até três cores fortes?!

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Em acessórios

Temos sempre a hipótese de usar apenas em acessórios. Quer de uma forma simples, escolhendo apenas um acessório ultra-violeta, quer de forma mais arrojada, combinando duas cores fortes.

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Quem por aí é fã desta cor? 😉

Fonte das imagens: https://www.pinterest.pt/consultoriadeim/style-it/

Rita Completo, Consultora de Imagem

Os «Óscares» da Moda Lisboa FW’18/19

Depois de Nova Iorque, Milão, Londres e Paris, foi a nossa vez. A semana da moda Lisboeta (e depois do Porto) já passou. E as tendências vencedoras que se confirmaram nas passadeiras para o próximo Outono/Inverno foram:

Life in plastic… is Fantastic! Já sabíamos que os sapatos iam ser plásticos, mas agora será plástico em todo o lado. Prémio de Tendência Mais Prática da estação: já não há que temer a chuva.

 

tranparente

Luís Carvalho

Cores vivas e/ou metalizadas: Tendência mais Animada da estação vai para estes tons. Porque este inverno já foi demasiado longo, certo? Para o ano ninguém larga as cores! Em destaque, fica a cor do ano da Pantone: roxo/lilás!

 

 

metalizado

Kolovrat

It’s So Fluffy: a Moda da Realeza: continuam os folhos, sobre folhos e mais franjas com penas.

 

 

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David Ferreira

Sleepwear: o Streetstyle Mais Confortável da estação: alegrem-se as domingueiras do sofá. Os skinny jeans podem sair do armário, já só queremos calças largas.

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Ricardo Preto

Transparências: o Toque Mais Sexy da próxima estação.

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Filipe Faísca

Fanny Packs: o Acessório que Mais Divide a População – as fanny packs. O que acham? Na dúvida, vou ali comprar uma e já volto para vos dar uma opinião.

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Carolina Machado

Todas as fotografias foram tiradas do arquivo do site da Moda Lisboa em modalisboa.pt

Francisca Pedra Soares

Consultora de Marketing & Comunicação

Texto redigido segundo o novo acordo ortográfico

10 PERGUNTAS CERTEIRAS A ANA DE PINA

1 – Que peça de vestuário nunca deveria ter sido inventada?

Só me ocorre uma: Crocs. É uma peça que  não gosto, mesmo nada, não encontro outra peça que para mim faça menos sentido existir que esta, não é mesmo nada bonita .

2 – Pensando na roupa que se usava, em que década é que não se importava de ter vivido?

5adca92e8b6c861628b51eb75d5c32ef52f347b0d4e7bd074f81340bd3c95310Apesar da agitação vivida nesta época, escolhia sem duvida a década de 70, identifico-me com a época e com as inúmeras peças de roupa, desta altura, desde o macacão, croped top à calça flare, mais conhecida como boca de sino, que usei e uso, sou uma verdadeira fã e adepta destas calças.

E escolho esta época, também, pelos padrões étnicos e coloridos que se usam e que foram usados não apenas como moda mas como uma forma de liberdade de expressão.

3 – Que peça de roupa, calçado ou acessório lhe dá um boost automático de confiança assim que o veste/usa?

Uns sapatos de salto alto. Qual a mulher que ao calçar uns belos sapatos de salto alto não se sente logo mais esguia e confiante? Eu sinto! E penso que é uma peça essencial para qualquer mulher.

E mais, dão um boost automático a qualquer look por mais básico que seja, por exemplo adoro ver uma belos stilletos com umas calças de ganga e um camiseiro.

4 – Uma mulher portuguesa que admire pelo estilo?

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Raquel Prates, para mim é um ícone de moda, uma verdadeira It- woman portuguesa.

Adoro o seu visual e estilo muito particular, muitas vezes irreverente, mas de uma extrema elegância.

5 – E uma que seja para si um exemplo de vida?

Não consigo indicar uma mulher que para mim seja um exemplo, porque tive e tenho muitos exemplos na minha vida, que me inspiram e ajudam a crescer. Posso dizer que ao longo da minha vida deparei-me com várias mulheres que, para mim, foram e são um exemplo e muitas mulheres comuns que passaram pela minha vida e fizeram diferença ou marcaram a minha vida de certa forma, falo de amigas, irmãs, colegas de trabalho, professoras, médicas que me inspiram e acrescentaram algum conhecimento, ensinamento ou algo de positivo na minha caminhada.

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Wilma Moisés

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Mariama Barbosa

Por exemplo lembro-me, até hoje, da minha directora de turma do ensino básico – professora Alexandra Amaral,  da minha professora de história do Direito (Dra. Teresa Morais –  jurista, assistente universitária e política portuguesa) a Magistrada do Ministério Publico –  Dra. Maria José Morgado, a Mariama Barbosa (Relações Públicas da agência SHOWPRESS PRESS & PR OFFICE e da ModaLisboa e autora do blogue MariamacomK), Wilma Moisés ( Fashionista e autora do blog fashion sambapita) –  todas estas mulheres me inspiraram e inspiram, seja pela força e determinação que transmitem ou pelo seu papel e posição na sociedade.

Diria que todas as mulheres que passaram e marcaram o meu percurso, enquanto ser humano, são mulheres que fazem-me  acreditar e pensar que podemos ser e chegar onde quisermos.

6 – Na roupa e forma de vestir, devemos jogar pelo seguro ou arriscar mais?

Eu confesso que adoro arriscar, talvez porque a minha profissão me exija, diariamente, jogar pelo seguro e adoptar um estilo mais formal, sempre que posso arrisco e, até, se torna desafiante tentar encontrar formas de ousar  e arriscar sem “infringir” o dress code profissional. Por isso acredito que devemos arriscar mais e, muitas vezes, arriscar passa apenas por usar uma peça de uma cor diferente da habitual ou usar uma peça que achamos que não nos fica bem.

O conselho, quando escrevo para as mulheres que leêm o Blog, é sempre o mesmo “experimentem”, neste caso arrisquem.

7 – Uma loja de sempre, e uma descoberta recente?

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Sfera

Uma loja de sempre para mim é a Massimo Dutti, onde sei que encontro peças de qualidade e com uma duração incrível. Apesar de não ser um compradora assídua, desta marca, quando quero investir numa boa peça do guarda-roupa essencial (https://dfslisboablog.com/2016/07/12/guarda-roupa-essencial/), como um blaser ou uma camisa, sei que esta marca não me irá desapontar.

Uma descoberta recente foi  a Sfera, passava sempre pela loja e não lhe dava grande crédito, de uns 3 anos para cá passei a compradora mais assídua, podemos encontrar peças com uma boa relação qualidade preço.

8 – Como é que a Moda pode ajudar a mudar mentalidades?

Desde logo, começando por arriscar e  quebrando  tabus e os  padrões da indústria.

Felizmente, nos últimos anos, temos assistido a algumas mudanças, cada vez vemos mais marcas  e estilistas quebrarem os maiores padrões  do mundo da moda, como o tamanho, cor-de-pele, idade e género.

Dou-vos alguns exemplos: em 2014, no desfile de Outono/inverno da Gaultier em Paris,as atenções estavam viradas para Conchita Wurst, conhecida como “a cantora barbuda” que venceu o Festival Eurovisão da Canção.

Em 2015, a marca de produtos capilares Redken escolheu a modela, bransileira transexual, Lea T para ser a cara da marca, quebrando o enorme tabu do género, mostrando que a beleza é mais do que um género.

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Michael Kors e Ashley Graham

Em 2017, um dos grandes padrões da industria da moda é quebrado, quando Michael Kors, utiliza no seu desfile de Outono, a modelo plus size – Ashley Graham – mostrando que a moda e a sua marca é para todas as mulheres.

Temos assistido a uma maior receptividade, ao que para muitos ainda é considerando “diferente”  e, embora, haja uma maior diversidade de modelos, que quebram os padrões, ditos normais,  ainda há um  longo caminho a percorrer para que a moda, com o seu poder influenciador, continue  a mudar mentalidades.

9 – Qual o seu lema de sucesso?

Neste momento, não tenho um lema de sucesso, mas durante alguns anos, vivi sob o lema “sutine et abstine” que é uma expressão do latim que siginifica “suporta e abstém-te”,  para mim no suportar e no abster estaria o vencer.  Hoje em dia não vivo tanto sobre este lema ou qualquer outro, tento simplesmente dar o melhor de mim para ser uma excelente profissional, mas acima de tudo uma melhor pessoa.

10 – Complete esta frase: “O Mundo seria muito melhor se…”

Aceitássemos o próximo tal como ele é, basicamente aceitarmos a diferença. Seriamos todos tão mais felizes, acredito.